sexta-feira, 20 de abril de 2007

Citações do Livrinho Dourado – I

A Pré-História

Um dos primeiros antropóides a usar armas abateu um mamute e chamou todos os parentes, vizinhos, amigos e amigos dos amigos à primeira das Bocas Livres. O caçador de mamutes obteve retorno na forma de influência, alianças e fêmeas de boa parição, propagando seus genes e perpetuando a estirpe. Bem nutridos, os comensais da boca livre pré-histórica também se perpetuaram, reforçando o que se denomina eleuterostomatotropismo: a irresistível atração da Boca Livre. O processo seletivo refinou as próprias bocas livres: os que sabiam fazer o fogo podiam oferecer quitutes de carne cozida, e as bocas livres destes eram as mais disputadas: A Boca Livre também é motor do progresso técnico.

A Antiguidade

Os nômades superavam os caçadores porque podiam oferecer carne de bois e carneiros, mais macia que as rijas carnes de caça, principalmente quando ainda não se dominava de forma segura a técnica do faisandé. Os agricultores por sua vez superaram os nômades, pois podiam oferecer o pão e outros derivados dos cereais, e principalmente a cerveja e o vinho. Desde então, o álcool tornou-se ingrediente quase obrigatório da Boca Livre.

A partir daí, a Boca Livre tornou-se elemento indispensável do tecido social dos agrupamentos humanos. Através das idades, podemos identificar os estágios da Boca Livre em cada sociedade: os grandes festivais dos gregos, manipulados por seus astutos políticos, fossem tiranos ou democratas; os muitos episódios bíblicos de Boca Livre; o pão e circo com que as elites romanas sustentaram seu Império por tantos séculos.

Pão e Circo

Tal como ocorreu nos campos político e jurídico, permanece até hoje a concepção romana da Boca Livre, centrada no panis et circenses. O pão sem circo jamais se caracteriza como Boca Livre: ninguém aplicaria este termo a um sopão de uma organização filantrópica. O circo é que contribui o ingrediente lúdico e prazeroso, necessário ao fascínio da instituição. Mas, ao longo dos séculos, o conceito muito evoluiu. A plebe romana precisava do sangue dos gladiadores e dos cristãos. Hoje, o lado circense atingiu um nível de refinamento e abstração que beira o zen: a Boca Livre se tornou auto-referencial. O próprio evento é o espetáculo; o salão de festas é o picadeiro; o ver e ser visto é a performance.

O aspecto lúdico explica também por que as melhores Bocas Livres são aquelas em que se penetra sem convite.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Arroz de frango

Receita

2,5 kg de sobrecoxas de frango

Pimenta do reino preta

Sal de alho

1 cebola

1 litro de água

2 cubos de caldo de galinha

2 colheres de sopa de óleo

1 pedaço de raiz de cúrcuma (uns 3cm)

500g de arroz para risoto

50g de manteiga de garrafa

2 tomates

3 molhos de coentro

1 molho de salsinha

30g de rapa de manteiga de garrafa

Lavar as sobrecoxas, que devem ser de primeira qualidade, de preferência do tipo light, do qual não é preciso retirar a gordura. Temperar com a cebola em pedaços, o sal de alho e a pimenta do reino, abafando por uma hora. Retirar a cebola, batê-la com um pouco da água, no liquidificador, e levar à fervura, juntando os cubos de caldo de galinha. Picar o tomate, a salsinha e o coentro. Fritar as sobrecoxas no óleo, até que comecem a dourar; reservar. Cortar a raiz de cúrcuma em fatias finas e fritar no mesmo óleo. Juntar a manteiga de garrafa e fritar o arroz. Juntar as sobrecoxas, o tomate, a salsinha e o coentro, misturando sempre. Juntar o caldo para cozinhar o arroz. Na hora de servir, jogar por cima a rapa de manteiga de garrafa.

Acompanhamentos

Um legume discreto; por exemplo, abobrinha picada com tomate, alho e manjericão, embrulhada em papel de alumínio, e assada no forno.

Vinho

Por exemplo, um bom Carmenère, servido a cerca de 16ºC.

Sobremesa

Sugere-se uma torta gelada de limão, acompanhada de um cálice de vinho de sobremesa.

Comentários

Esta é uma versão ligeiramente italianada de um dos pratos mais tradicionais do Piauí, o arroz com capote. Capote é galinha d’angola que, sendo realmente uma avis rara no sudeste, foi substituída pelas sobrecoxas de frango. Para que a substituição seja válida, as sobrecoxas devem ser do tipo de qualidade especial, já disponível em supermercados. Pelo visto, não falta muito para chegarmos ao frango de denominação controlada, como o poulet de Bresse. O prato original é feito com arroz comum, mas fica melhor com arroz próprio para risoto, de tipo italiano.

Manteiga de garrafa pode ser encontrada em mercearias que vendam produtos nordestinos. Mais difícil é encontrar a rapa da manteiga; em último caso, substitua-se por um bom parmesão ralado, tornando o prato ainda mais italianado. Quanto à cúrcuma, é mais comum encontra-la em pó; mas o pó tem apenas a cor, enquanto a raiz preserva o sabor. Em muitos lugares é vendida com o nome de açafrão, mas o açafrão verdadeiro, de origem espanhola, é formado por estames; a cúrcuma, de origem indiana e usada como base dos pós de curry, é parecida com o gengibre, de quem é parente.

domingo, 8 de abril de 2007

O Livrinho Dourado

A Sociologia Eleuterostomática tem recebido manifestações de gratificante reconhecimento, por parte do público. Um exemplo é este testemunho de uma participante de nossa antiga Comunidade de Comportamentos Inusitados:

Para mim, a Ciência da Boca Livre parece muito séria sim, porque, na minha humilde opinião, está no âmago das relações sociais. Não existe sociedade que não celebre a Boca Livre, de alguma maneira. Quanto ao principio de que não existe refeição gratuita, não imagino nada socialmente mais verdadeiro; um exemplo simples e conhecido é o reles aniversário infantil... Vá lá numa festinha dessas sem presente, para você ver... Vai ser o vilão, o mal educado... Quanto mais eu reflito nessa teoria, mais eu vejo o quanto nós somos primitivos, ainda...

Por outro lado, economistas liberais, talvez invejosos do sucesso do professor Freiermund nos círculos empresariais, às vezes criticam o fundamento basilar da Sociologia Eleuterostomática, ou seja, o Princípio Fundamental da Boca Livre: Boca Livre, todo mundo gosta. Para esses críticos, o PFBL (em inglês, FPFL, Fundamental Principle of the Free Lunch) contradiz o chamado Princípio da Inexistência de Almoço Grátis (PIAG; em inglês, NFPL, No-Free-Lunch Principle). O ilustre Professor Milton Friedman, Prêmio Nobel de Economia, é geralmente citado como o autor do PIAG; pessoalmente, acredito que tenha sido formulado pelo escritor de ficção científica Robert Heinlein, na forma TANSTAAFL (isto é, em inglês caipira: There ain´t such thing as a free lunch).

Segundo o Professor Freiermund, não há contradição alguma. Esses princípios funcionam em escalas completamente diferentes, como acontece as Físicas Clássica e Quântica. O PFBL trata de fenômenos individuais, financeiros e de curto prazo; TANSTAAFL é aplicável a problemas coletivos, econômicos e de longo prazo.

Para dirimir essas e outras dúvidas, o Professor consolidou sua Ciência em uma alentada coleção de vinte e sete volumes, a Einführung in die theoretischen Grundlagen der Kostenlosenessenswissensschaft (Tradução literal: Introdução aos fundamentos teóricos da ciência do comer de graça). Para os profissionais, o nível de rigor teórico e de completeza dessa obra é essencial.

Entretanto, para os interessados apenas nas aplicações práticas, o grande mestre usou seu notável poder de síntese, e produziu, a pedido de seu editor americano, uma edição popular do compêndio. Com o auxílio de um aluno americano de pós-graduação, conseguiu resumir os principais aspectos práticos da Sociologia Eleuterostomática em um pocket book destinado a executivos e amadores interessados, intitulado The Free Lunch Users' Guide.

O editor do livreto escolheu uma capa de tom dourado, destinado a lembrar a opulência real ou imaginária, sempre associada com a Boca Livre. Não demorou para que viesse a ser conhecido como O Livrinho Dourado do Professor Freiermund, por analogia com O Livrinho Vermelho do Presidente Mao ou o O Livrinho Verde do Aiatolá Khomeini.

Colocarei, nas próximas crônicas, algumas citações do Livrinho Dourado, em tradução de minha modesta lavra. Oxalá sirva para dissipar dúvidas quanto à natureza e métodos dessa importante Ciência.

domingo, 1 de abril de 2007

A Ciência da Boca Livre

Hoje quero reapresentar o professor Johann Sebastian Freiermund, meu ilustre mestre na Sociologia Eleuterostomática, ou Ciência da Boca Livre. O professor já é conhecido dos leitores de A Grande Fênix e dos participantes da primeira Comunidade de Comportamentos Inusitados. Nada melhor que uma pequena biografia escrita pelo próprio professor, que me limito a traduzir:

Sou professor na Universidade de Heidelberg, onde tive a satisfação de orientar Basileu Xilóforo em um de seus pós-doutoramentos. Também ministros seminários executivos em todo o mundo, treinando tanto patrocinadores quantos usuários de eventos de Boca Livre. Esses eventos me ajudam tanto a explicar essa ciência fascinante aos leigos interessados, quanto a conseguir algum financiamento adicional para minha pesquisa. Os brasileiros estão entre os praticantes mais entusiásticos de Boca Livre; por isso, sou convidado freqüentemente a apresentar meus seminários nesse país fascinante. Como a maioria de alemães, gosto de cerveja, futebol e mulatas, embora eu seja um pouco velho para fazer muita coisa em relação ao último item. Devo confessar que acho o carnaval demasiadamente agitado para mim, seja no Rio, em Nova Orleãs ou em Munique. O mesmo vale para o samba, ou, aliás, para as polcas de cervejaria. Quanto para à feijoada, décadas de Boca Livre estragaram um tanto meu estômago e paladar. Conseqüentemente, quando não estou em atividades profissionais de Boca Livre, prefiro salgadinhos e aperitivos, tais como se pode achar em Imbisse alemães e em botequins brasileiros.

Infelizmente, o exercício dedicado da profissão trouxe ao mestre desagradáveis seqüelas estomacais, que, entretanto, tiveram um resultado também inusitado: o professor consome, quase exclusivamente, comida de botequim. Não só por esse sacrifício pela Ciência, mas por inúmeras outras contribuições, deu-se seu nome ao Princípio de Freiermund, o mais importante de toda a Sociologia Eleuterostomática. Como diz ele:

Meus colegas foram muito amáveis em batizar esse princípio com meu nome, mas, de fato, apenas formalizei uma noção intuitiva e bem conhecida. Prefiro chamá-la de Princípio Fundamental da Boca Livre: A humanidade tem irresistível compulsão e fascínio indomável por refeições gratuitas. Dizendo de outra maneira, em termos mais populares: Boca Livre, todo mundo gosta. Tal atração irresistível é chamada eleuterostomatotropismo. Provavelmente, apareceu no alvorecer da humanidade, quando os primeiros caçadores mataram uma caça muito maior do que eles e sua família imediata podiam comer; digamos, mamutes ou preguiças gigantes. Assim, convidaram parentes, vizinhos, amigos e amigos dos amigos, e deram festas para partilhar aquela carne. O retorno do investimento veio de diversas maneiras: convites para eventos similares, alianças, redes da influência e fêmeas com bom potencial de parição. Tudo isso aumentou as possibilidades da sobrevivência para os genes desses caçadores, reforçando a propensão á Boca Livre, como patrocinadores ou usuários.

Os xenoetólogos consideram a Sociologia Eleuterostomática com uma das principais ramificações de sua ciência, com o mesmo nível de rigor científico. O nome dessa especialidade deriva das palavras gregas ελεύθερος (livre) e στόμα (boca). A primeira palavra lembra o nome próprio Eleutério, que significa livre. A segunda, em caracteres latinos, fica stoma, plural stomata. Estomatologia, por exemplo, é uma disciplina da Odontologia.

terça-feira, 27 de março de 2007

Jogo dos N Erros

Este jogo altamente educativo consiste em descobrir quantos erros diferentes contém uma pérola. Vale tudo: erros de ciência, de história, de português... É parecido com descobrir erros em filmes, só que muito fácil e (acho eu) mais divertido. Teste sua proficiência com as amostras abaixo. Em preto, os rápidos comentários sobre cada um.

Marte

disserão q em marte tem varios tuneis levando ao centro dele, e que so vidas autamente inteligente teriam feito aquilo...

os ets..

Vai com o milho e já volta com o fubá. Rápido e rasteiro.

Por falar em ETs

Acredito que existam varias raças .. como por exemplo

Norticos onde em muitos livros e coisas na antiguidade os habitantes da terra os ve como anjos ou deuses os quais estão na terra para poderem .. nos ajudar na evolução mas sem interferir por causa do livre arbitrio.

Os cinzentos os que todos conhecem .. onde no universo são conhecidos como cientistas e que muintas pessoas relatam os mesmos .. estes somente veem para judiar dos humanos .. e nada mais.

os Orinianos da constelação de orion .. seres semelhantes a aguias que fazem parte junto com os norticos .. da federação intergalactia que tem como objetivo ajudar planetas. vc podem achar que to viajando ma eu acredito em tudo isso.

E onde ficam os Klingons, os Vulcanos, os Borgs, os Ferengi, os Minbari, os Centauri, os Ewoks, os Wookies?...

Fim do mundo

e verdade q o mundo vai acabar em 2012?

eu vi uma reportagem em q falava do futuro mas q foi feita a mil anos atras e disse q o papa moreria no final de 2004 e ele morrel no começo de 2005. e q o mundo acabaria em 2012 eu teria o q 21 anos...

sera q eles tão controlando mesmo nos pois qm sabe se essa pesquisa e recentimente...

mas eu li faz tempo e pq nos temos um prescentemento q vivemos aquilo um,a vez e ta se repetindo, a sençação q2 aquilo ja aconteceu????

Fim do mundo + 2012 (profecias maias?) + Papa + Aqueles Que Tudo Controlam (o Grande Dragão?) + Déjà vu...

Arca de Noé

certa vez essa questão me veio a cabeça e me confundiu... eu era muito religioso inexperiente e novo... parecia bobeira da minha parte mas realmente isso me incomodou. sendo assim eu parei e pensei um pouco... pensei q poxa na época q foi "inspirada" a biblia o focu dakela gente era o país em q viviam, suas chamdas tribos no caso do povo judeu os grandes sábios não faziam idéia de quanto o mundo era grande...de q poderiam existir terras, animais e povos diferentes doq eles conheciam assim eles vieram com akela história do dilúvio ai entra uma coisa impossivel em termos de logistica como um homem só podria construir sozinho pu com ajuda do filho sei lah uma arca tão grande a ponto de caber um par de cada animal dentro dele... sendo que não se conhecia 1/4 das éspécies q se conhece hj em dia. e assim o dilúvio varreu a iniquidade da "terra" ( que eles nem imaginavam o tamnho) e asim foram salvos todos akeles q estavam na arca... e como eles salvaram as espécies nativas por exemplo a jaguatirica nossa conhecida aki do brasil por exemplo? então concluindo se eles não tinham idéia sequer do tamanho do mundo como poderiam imaginar a existencia de lagartos grandes?

Aspectos práticos da Arca de Noé... essa discussão vai longe!

sexta-feira, 16 de março de 2007

A espantosa sobrevivência da astrologia

Por que a astrologia sobrevive de forma espantosa há tantos milênios, mesmo contradizendo frontalmente a ciência dos últimos séculos? Além disso, ao contrário do criacionismo, não tem apoio de qualquer religião significativa, ou base em qualquer Escritura difundida. Pelo contrário, é explicitamente considerada pela Igreja Católica como uma reprovável superstição. Mesmo assim, existe muito mais gente que acredita em horóscopos do que no criacionismo.

Para mim, se deve a fenômenos psicológicos simples, sem muita relação com religião ou ciência. Em primeiro lugar, os astrólogos têm milenar tradição de bajular os poderosos. Como estes, em geral, têm inteligência acima da média (senão não seriam poderosos por muito tempo), bajular as pessoas comuns é ainda mais fácil. Os astros são apenas pretextos para falar do assunto que mais interessa às pessoas: elas mesmas. Têm sido usados outros pretextos, como borras de café, folhas de chá e entranhas de aves (para desgosto da Grande Fênix), mas os astros são bem mais práticos. E, para muitos eruditos da antiguidade, a astrologia servia de ganha-pão, enquanto estudavam a astronomia.

Assim, quando o horóscopo, o biscoitinho da sorte ou a Sorte do Dia do Orkut fazem uma análise ou previsão, geralmente tem as seguintes características:

1. É bastante vaga (por exemplo: Seu destino mudou completamente hoje).

2. É geralmente positiva e otimista: algo em que as pessoas gostem de acreditar (por exemplo: Você nunca vacila ao lidar com os problemas mais difíceis ou Seus planos atuais serão bem-sucedidos).

3. Geralmente aconselha o mesmo que o bom senso (por exemplo: Seja cuidadoso em empreendimentos arriscados).

E o mais importante de tudo, se você não concordar com algum detalhe de seu horóscopo, tem um excelente pretexto para falar de si: Não, eu não sou bem assim, sou assado... E falar de si, para a grande maioria das pessoas, é algo delicioso, que as convenções sociais normalmente reprimem.

Um amigo meu, durante certo tempo, se passou por astrólogo para pegar mulher (não foi o Zé). Dizia ele que funcionava; de fato, ele costuma andar bem servido, mas não sei se a causa disso eram os mapas astrológicos que ele fazia. Uma comprovação científica exigiria mais amostras de dados, mas é, sem dúvida, plausível, já que toda conquista envolve manipulação psicológica, no estilo da que acabei de descrever. A interpretação dos mapas induz a consulente a falar de si mesma, confirmando ou retificando as análises; em geral, confirmando, pois todo astrólogo toma o cuidado de fazer análises as mais lisonjeiras que puder. E, ao falar de si mesma, a musa fornece, sem nem perceber direito, informação vital para uma segunda onda de ataque...

sábado, 10 de março de 2007

Pérolas do Orkut: Buracos Negros

Na pérola anterior, tivemos a opinião de um abalizado astrofísico amador sobre os misteriosos Buracos Negros. O mesmo autor publicou várias pérolas sobre o assunto:

explicando

Quando eu disse "borda" nao sei se repararam esta entre aspas? Não?

É uma forma de explicar como estamos afastados de outros lugares, estamos em uma "zona" muito afastada por isso estamos longe do perigo dos buracos negros, porém, existe o risco constante de meteoros se chocarem com a terra, que nao vem ao caso dizer pq nao se chocam, ja que existem tantos sabios aqui devem saber.

Isso, explica tambem pq ateh hoje tb nao temos o conhecimento de outras formas de vidas, mais existem grupos, equipes que trabalham ocultamente para fazer estudos desse caracter, o "profissional" na area ai deve saber.

nao vem ao caso dizer pq nao se chocam, ja que existem tantos sabios aqui devem saber: que obra-prima de argumentação!

entendao

Podem continuar me chamando de louco, como eles dizem foge do senço comum por isso muitas coisas nao (sabem) sabemos.

Bom, eu posso ateh ver coisas que me provem, que nao estou errado, agora de onde tiraram suas teorias de Atlântida, Egito e outras coisas nao foi do que leram?

Eu nao, eu acompanho.

Que método de conhecimento será esse acompanhamento, superior à leitura? Como será que se acompanha um buraco negro no centro do Universo, se nós, segundo o autor, estamos na borda?

Mas há que tem tenha outras opiniões sobre buracos negros:

Non eczistem....Assim como demônios, duendes e espíritos....Isso é força da PARAPSICOLOGIA associadoa ao ECTOPLASMA de uma progeção du SUBCONCIENTE sobre o meio. Se ecziste buracos negros que entortem o MEO DEDO....huhaihua

É Diógees vc tem toda a razão...Buracos negros realmente NON ECZISTEM!!!!!!

Isso é que é ceticismo!

Teoria sobre o Big bang

Um monte de chocolate...

o mundo era apenas chocolate. Dos mais diversos tipos. De tanta caloria, deu origem à explosão mais estudada de todos os tempos, seguida por Hiroshima & Hagasaki.

Versão modernizada de algum mito asteca?

eu so bem novo (14 anos) naum tive ainda aulas de fisica sobre isso, mas minha irmã q eh fisica me explicou o q eh um buraco negro.

eu li um dia (naum lembro aonde) q ja foi detectado o escape de radiaçao d um buraco negro.

naum lebro c era luz, mas tenho kuase certeza q sim.

entaum pelo menos pekenas quantidades de luz (ou outro tipo d radiação) escapam sim d um buraco negro.

ME CORRIJAM C EU NAUM USEI TERMOS CORRETOS

E o garoto está quase certo... ele está falando da radiação de Hawking...

E agora, o prêmio Hawking de Teorias sobre Buracos Negros vai para...

buraco negro.. eh a anti materia ke suga td a seu redor.. um diah td serah sugado novamente e havera outra explosaum pela atraçao da anti materiah e o universose formara novamente.. acho ke eh apartir dai ke ha a existençia.. ele pode ser do tamonho de uma cabeça de alfinete ke pesa no universo.. sugando td em forma de aspiral.. a kra eh uma coisa mto loka.. fiko loka de pensar nisso hehe =)

Falou...